Estudo PG 06-   Vida Cristã

             “Por que obedecer a Deus?”

Introdução

Existem infindáveis motivos para se obedecer a Deus. Algo que contraria a obediência a Deus está em antagonismo a Ele. A pergunta que melhor expressaria a nossa realidade, seria: Por que não obedecer a Deus? Ele quem criou e sustenta o que existe, Ele é soberano, sobretudo. Talvez busquemos bons motivos para nos mover a essa submissão voluntária a Deus, e se isso for verdade, estamos negociando a autoridade de Deus de maneira sutil. Mas algumas vezes esquecemos de fundamentos que deveriam mover nossa Vida Cristã. Por isso, vamos meditar em alguns desses motivos.

Por que Sua sabedoria é perfeita (Jó 12.13)

A sabedoria de Deus é uma das maiores motivações para nossa vida de obediência.

Reconhecer que não conseguimos “andar com nossas próprias pernas” é o meio o qual todo cristão deve viver. Por conta do nosso orgulho (e pecado), pensamos que somos senhores sobre nós mesmo e qualquer instituição de autoridade soa como a desvalorização do indivíduo. Mas não precisamos de muitos argumentos para saber que não sabemos governar nossa própria vida, quando pensamos em “tomar as rédeas”, nos conduzimos para tudo o que for possível, menos para vontade de Deus ( a obediência a Ele), pois o pecado distorce a nossa perspectiva de compreensão de Seus planos, então buscamos os nosso (ato de desobediência e desconfiança).

Submeter-nos a sabedoria de Deus deve ser percebia como a libertação de nossas vontades tendenciosas, pois nossa sabedoria é imperfeita perante a própria Sabedoria- nosso Deus (Rm 11.33).

Porque somos seus servos (Ler Rm 6)

Todo senhor tem como prerrogativa os seus servos, talvez em nossa cultura não seja tão bem visto pelo fato de nossa história como país ser manchada pela escravidão ocorridas nos séculos passados. Mas essa nomenclatura está contida na bíblia e os servos, de maneira essencial, estão submetidos a um governo a qual devem obediência (voluntária ou não). Antes de Cristo, quem nos governava era as paixões pecaminosas e não podíamos “não pecar” – sem Cristo. A partir da libertação dos pecados e escravidão de nossos próprios desejos, não deixamos de ser servos (escravos), o que mudou foi quem nos governa, isto é, estamos submetidos ao governo de Deus.

Como somos filhos e servos desse Deus Poderoso, o fundamento essencial desse relacionamento é a obediência. Por isso que que a santidade é o parâmetro no contato com Deus.

A obediência mostra que realmente temos colocado no trono do nosso coração: se nós mesmo ou se Deus. Não merecíamos o favor de Deus, por isso devemos servi-lo com temor e reverência (Hb 12.28).

Obedecer a Deus também nos proporciona bençãos e desfrutamos de Sua provisão (Sl 33.18).

Reflita se sua postura perante Deus tem sido de obediência. Ore e se coloque no lugar que é devido diante Dele.

 

Dentro de nosso relacionamento com Deus, fomos identificados como seus servos. Em Rm 6, percebemos que fomos feitos servos da justiça depois de sermos libertos da escravidão do pecado. Não há como servir ao pecado e a justiça simultaneamente (v. 16). Aqueles que foram alcançados pela graça de Deus, se encontram em posição de obediência a Ele, a sua justiça. Com um novo Senhor, o próprio Deus, a obediência gera frutos para a santificação, e por fim a vida eterna (v.22).

Reconhecer Sua majestade sobre nossas vidas é o ponto inicial para o relacionamento com Ele. Não há relacionamento se não existe obediência a Deus. Quando damos conta de sua santidade e aversão ao pecado, ao qual estávamos entregues, voluntariamente o servimos, assumindo essa identidade. Pois ao meditar na obra de Cristo e reconhecendo seus efeitos em nossa vida, não há postura de rebeldia contrarie a obediência a Ele. Devemos relembrar disso constantemente.

Porque somos gratos

Qual é o sentimento que temos quando somos perdoados? Gratidão, reverência, respeito e, tratando-se do perdão de nossos pecados e nos tornando justos (At 13.39; Rm 3.14-28).

Nossa obediência a Deus é um ato de louvor pela grande história que Ele nos inseriu. Entregou seu filho. Que pai entrega seu filho para condenação no lugar de outra pessoa? Em Jo 3.16, demonstra tamanho amor que para possibilitar ao homem vida eterna. A libertação da condenação eterna, fato quando éramos descrentes, possibilitou para os filhos de Deus que creram em Seu Filho (Jo 1.12), o desfrute dessa vida eterna.

Sabemos que não foi por nossos méritos que fomos salvos (Ef 2.8,9), mas pelos méritos de Cristo (Rm 5.10).

O Plano de Deus para a salvação de seus filhos faz com que nos coloquemos em posição de humilhação perante a esse Deus. Não podemos dar nada além de nossa devoção (entenda por obediência) a Ele. Talvez, quando pecamos ou questionamos o propósito da nossa obediência a Deus, seja pelo faro de não recordamos do que nos possibilitou nossa salvação, o sacrifício de Jesus.

O evangelho no convida a reconhecermos nosso lugar de vassalo perante o Suserano que rege nossas vidas e a proporciona – vida – eternamente em sua vontade.

Aplicação

Te convido primeiramente a conhecer a Deus profundamente. Trabalhamos alguns de infindáveis motivos que mostram a postura que devemos ter perante Ele, de obediência total.

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